sábado, 30 de janeiro de 2010

desa-fio

Hoje o post é mais soft. Porque estou a ter uma óptima semana e ando feliz.
E porque a Voluptia me desafiou... então aqui vai disto!

Enunciar 5 manias suas, hábitos muitos pessoais.
(esqueçam o regulamento do desafio e também o facto de escolher mais cinco pessoas para participarem. nao gosto de regras pa :P mas quem quiser responder no seu blogue ou em forma de comentário, eu cá gosto muito de partilhas!)


1. Se dormir acompanhada numa cama encostada a uma parede, tenho de dormir do lado de fora;

2. Muito dificilmente misturo doces com salgados (não percebo a mania esquisita dos americanos comerem pizza e beberem leite);

3. Não consigo andar na rua sozinha sem ter phones nos ouvidos (de preferência com música nas alturas);

4. Não suporto o cheiro a laranja, mas adoro o sumo;

5. Sou péssima a revisão textual porque custa-me alterar textos escritos num impulso;



Sim, só isto. Sou mesmo assim tão desinteressante. :)

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

conversas de msn


segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Tenho desaprendido a capacidade de chorar.
Notei isso ontem, quando pela primeira vez tive vontade de chorar em pleno TNSJ - o que vale é que estava muito escuro - e não chorei.
Quem me conhece sabe que não choro por tudo e por nada, mas há coisas que me fazem inevitavelmente chorar onde quer que esteja. E o mote da peça era sem dúvida uma delas.
Mas não chorei.
E saí de lá com o coração apertadinho e a melancolia da perda.

'Amo-te mais do que apenas mais um dia'.




By the way, a Eunice Muñoz? Indescritível.
Esta Morangada toda que se denomina de 'actores' e 'actrizes' devia mesmo ter vergonha.

domingo, 24 de janeiro de 2010

pensamento mágico

Sabem que mais?

Amanhã vou ao teatro.
Porque a catarse, meus caros, é a melhor forma de expulsar os medos.


(prometo que não me esqueço dos bilhetes em casa, Voluptia!)

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

I want to live...in Ibiza.







hoje vou sair.

espairecer, esquecer, divertir.
mistificar, desembaraçar, rodopiar, sorrir.

juntar o passado com presente e premissas de futuro e remexer tudo com o restante gelo do copo de vodka. pegar nos desejos, nas maldições, nos momentos, nos olhares e atirar tudo para o meio da pista, até que a dança esborrache tudo e eu possa começar de novo.

credo, acho que nunca escrevi nada tão pseudo poético acerca de uma discoteca.
enfim.

hoje a noite é de meninas.

a broken wrist and a big trapeeze

Um trapézio e um risco evidente, um medo estonteante.
Pé ante pé, desafio a desafio.
Vamos conduzindo estrada fora, sem rumo definido, crentes de achar o que buscamos.
Amor? Felicidade? Realização pessoal? Sucesso?
Um ego maior que o corpo em que caminhamos?

Trago no bolso a vontade incessante de descobrir o porquê de tantas perguntas, quando admitimos derrotados que não temos uma resposta.
Um sopro de realidade derruba-nos do altar onde nos edificaram, sublimes.
Tantas expectativas, sonhos, projectos.
Tantos ideiais derrotados, momentos previstos, sucessos inalcansáveis.

Hoje, por um breve momento em que fiquei absorta a olhar o espaço, apercebi-me de que me sinto demasiadas vezes sozinha estando acompanhada. E de que as saudades, esse sentimento sebastianista de só amarmos o quão perfeitos já conseguimos ser um dia, transtorna-nos as entranhas e regurgita o pior de nós para fora deste corpo deambulante.
Hoje é mais um daqueles dias em que as questões viajam e não me deixam sossegar. É mais um daqueles dias em que a chuva me deixou maldisposta, e que apesar de até ter acordado cedo, não tenho sono. É mais um daqueles dias em que a minha vida se misturou toda, passado com presente e pitadas de futuro, tudo remexido e levado ao forno por demasiado tempo, até queimar.
É mais um daqueles dias em que escrevo aqui, só porque não sei que mais fazer.
Hoje é mais um daqueles dias.

domingo, 17 de janeiro de 2010

I wanna breath that fire again

David Fonseca
Read MyMind, The Killers' Cover
> Perdoem-me a insistência com a música; mas pareço uma criança a redescobrir novas sensações de cada vez que dá uma dentada no chocolate, ainda que seja a mesma marca que come desde que teve dentes para experimentar doces.
Acontece. A música é assim; vicia.

sábado, 16 de janeiro de 2010




'E eu sei que o que vivi não volta, porque voou.
Mas também espero não o perder, e voar com ele.
Ad eternum.'

24 de Abril de 2009



Porque as palavras voam, mas o que é escrito...permanece.

Façam-me acreditar.

Outra vez.

just trying to keep it in line

cruzo as pernas, descansada
com a alma enclausurada
deito-me ao comprido
em comunhão com a terra
sinto respirar a cidade
e nun bosque de poetas
ouço o ruído que me envolve
- deixem-me ser eu!
como um grito que brota e desagua
num mesmo rio



>09.07.2009<

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Tive zero comentários no post anterior; o que me leva a crer, das duas uma: ou que ninguém me lê ou que assustei todas as alminhas que aqui entraram. Este blog é a mistura alucinada da minha vida com todos os filmes e livros e músicas que conheço. E a minha imaginação é um território arenoso.
No nono ano tive uma professora de português que me chamou àparte para comentar os poemas que eu lhe tinha entregue para ela corrigir. A anotação escrita ao lado de um deles era 'Qual é a percentagem de verdade e qual é a percentagem de fantasia?'
Pode-se dizer que sempre fui um bocado confusa.
Mas eu estou bem. Relativamente.

Depois de ter passado as últimas horas de cama, ter faltado a um exame e, pela primeira vez, ao emprego, pode dizer-se que estou bem. Enraivecida por ter estudado e nao ter ido? Claro. Chateada por a minha vida só evoluir nos campos em que tal não é necessario? Muito.
Mas o que é que se pode fazer?

19 anos. A concluir o primeiro semestre do segundo ano. A acabar o terceiro contrato no emprego. É demasiado deprimente ficar pelo fundo de desemprego com 19 anos. Mais deprimente é termos de explicar ao nosso pai porque é que adiamos tirar a carta. Ou explicar ao nosso irmão engenheiro porque é que escolhemos ir para Letras. Ou o facto de o nosso sobrinho de sete anos ter mais alegria e sonhos na vida do que nós. Ou ouvirmos a nossa mãe comentar como aquele rapaz dava um óptimo namorado. Ou vermos a nossa cunhada alegre por ter três filhos aos 33 anos e nós só pensarmos 'como é que ela estava casada aos 23?'.

Há coisas sem explicação. E a minha vida, neste momento, é uma delas.
Fico-me pela música hoje.



The good old days,

the honest man,

the restless heart,

the promisse land...

the killers Can You Read My Mind

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

before you go...can you read my mind?


Consegues ler a minha mente?
O que se passa nas entrelinhas, a paixão que desvanece, o amor que me merece?

Consegues olhar-me e descrever-me, sem hesitação ou medo de errar? Não quero que acertes, quero que tentes. Como equação básica sem solução permissiva.

Consegues dizer-me o que sou, coisa que nem eu sei, sem sequer pestanejar em procura de uma definição? Não procures, encontra-me simplesmente.

Mau feitio, irreverente. Dura de roer, leva tudo à frente. Prepotente, convencida, exagerada. Romântica aniquiladora de sonhos. Vida enjaulada, carinhosa. Nervosa, esquecida, calma, preguiçosa. Faladora, exigente, ensonada. Amiga. Rio-me alto e choro a soluçar.



Percorro as ruas com a persistência dos errantes.
Percorro as ruas numa demanda. E gostava de te encontrar, calmo, pertinente. Sentado à beira rio com as flores no colo e a velhice em mente. Desejos de me acalmares nos teus braços, embalada, só porque é fim de tarde e sabes que eu adoro a ribeira em horas mortas. O sol pareceria ouro embebido no povo, e nós seríamos só mais uns entre tantos, mas tão mais nós.

Depois, ao anoitecer, aninhados um no outro, mergulharíamos na noite e aí sim iriamos descobrir tudo e mais alguma coisa do que em nós se esconde. Não desistas. Sem mapa, sem cidade, país, mundo. Vamos dar a volta a tudo o que seja infinito e encontrar nos reflexos a ausência da verdade. Vamos criar uma verdade, não sei bem porquê.

Escolhe-me a mim, descobre-me a mim, ama-me a mim. Fuma-me até eu ser só o teu ponto cintilante no escuro, bebe-me até que a cirrose nos separe. Porque o tesouro prometido só existe se acreditares na promessa. Eu só brilho se brilhares também. Mas o coração já não bate como antiagamente; parou no tempo e eu sou péssima executadora des resgates. Não me olhes assim, porque não penso dar-te, a não ser que desistas do último bombom e nos voltemos a encontrar noutras circunstâncias. Numa altura em que eu não esteja carente de mim e possa concentrar-me em ti, criar um nós, voar na tua mente pelo sofá da sala, selvagem, carnal. Até que rode uma chave na fechadura e tenhas de saltar da janela em boxers. Não, que eu nunca fui menina de trazer paixões para o território puro. Talvez não o faça porque por razões desconhecidas esqueci-me de onde moro e preciso que me leves a casa. Mas eu nunca te disse onde morava, terás de adivinhar. E já sabes que não passarás da porta.

Depois será tudo como eu quiser, mesmo que ambicione um céu lilás tu serás o pioneiro pintor de telas por imaginar. Trar-me-ás um mundo de algodão doce com borboletas faladoras, que cantem músicas do The Killers até que eu adormeça. E quando vir que te tenho na mão para te guardar no bolso, vou entrar na tua mão e fazer ninho no teu bolso. Porque seremos um do outro.
No teu carro ouviremos Michael Bublé nas alturas, e vais rir-te da minha demência juvenil. Vamos parar em frente ao mar a comer nuggets do MacDrive de madrugada e vamos contar um ao outro o dia de merda que enfrentamos com a força de um leão, porque sabíamos que a noite acabaria por chegar. Eu vou sempre esquecer-me de te avisar quando chegar a casa e tu ficarás sempre preocupado por eu não ter dito nada. Uma simples mensagem será o bastante para que acredites que te amo, porque serás capaz de ver o meu olhar através das palavras e tu sabes que os meus olhos não mentem.
Então chegarás a minha beira com bilhetes low cost para Londres e ficarás a ver os meus olhos, verdadeiros, brilharem, enquanto penso para mim mesma que encontrei o homem da minha vida. Insistirei em pagar a viagem, porque sou teimosa por defeito. Mas acabarei por concordar que voltei a acreditar no romance.
Aí completarei não-sei-quantos a teu lado, antíteses um do outro. Pescadores sem dores, navegantes sem luas. Seremos simplesmente nós, com a simplicidade que tenho vindo a buscar vida fora - e que insiste em fugir-me.


Sinto-me sozinha há tanto tempo.
Consegues ler a minha mente?
*

domingo, 10 de janeiro de 2010

can you read my mind?

a todos os que me fazem ser mais eu.
todos os que completam o eu que sou.
todos os que renegam, aceitam, modificam.
todos os que são, lutam, permanecem.
a um ano maravilhoso
por mais um ano maravilhoso.
a vocês.
por vocês.
obrigado.

sábado, 9 de janeiro de 2010

saudade(s)




it's not confidential
I've got potential
pace yourself for me
I said 'maybe, baby, please!'
but I just don't know now
and all I wanna do is try.
the killers, somebody told me

desabafo. oral. marginal.

Estou acordada. Os sentimentos vieram do nada em forma de música, e agora pairam na escuridão silenciosa. Não, demasiado rebuscado. Torna as coisas mais simples, só assim serão saborosas. Vá, tenta de novo. Os sentimentos vieram do nada e agora são nada - mas são sentimentos. Assim está melhor.
Sentir já é um progresso - ainda que não seja sentimentos por nada nem ninguém em concreto, mas sim aquele sentimento de voltar a sentir o vento na cara e realmente aperceber-me de que estou viva - ó tu que tens coração de pedra. Ou falando melhor - ó tu que tens um coração fechado para obras. Culpa de quem danifica o pavimento, essa é que é essa.
Está uma noite tão fria e eu aqui, sentada com o portátil no colo, duas janelas abertas no msn (uma delas abriu-se sozinha e, CREDO, assustou-me ver novamente aquela pessoa a dirigir-me a palavra), a cabeça a mil à hora, apontamentos a olhar-me de lado com a hostilidade de quem quer ser estudado, um café por tomar, outro café tomado. Sms do namorado, 'tiveste catorze a literaturas orais e marginais'. Ora bolas, é para isto que se estuda? Mais valia ter estado quietinha, aposto que me tinha corrido melhor. Segunda feira tenho sumo de Laranjinha, ou seja, exame a Literatura Portuguesa Medieval. Vai correr pessimamente, I know it. Um livro para ler, mais outro exame para estudar. Damn it, vida de lixo. Pessoas que vão e vêm. Que se lembram de recorrer a nós quando não há mais nada. Que se esquecem de nós quando têm tudo e mais alguma coisa. Outras que fingem que não se passa nada no meio da multidão, e que num mundo àparte gostam de esclarecer que realmente 'não se passa nada'. Eu sei que não se passa, muito obrigada pelo esclarecimento - eu também não disse que queria que se passasse.
Ó Mariana, eu acho que tu estás na idade de te divertires, é isso mesmo - ninguém te pediu opinião. Estou sozinha, mas muito bem acompanhada. Só não é por ninguém do sexo masculino. 'Tem 1,90m! Já viste o tamanho dos saltos que posso usar com ele?'. Adoro quando os episódios da minha vida parecem saídos de um episódio d' O Sexo & a Cidade. E pelos vistos também 'Adoro o Porto no inverno.' Mania de ser poeta Mariana, está um frio do caraças, não adoras nada! Cala-te com as metáforas, esquece os eufemismos, larga de ser querida e compreensiva e amiga. Chama-lhe cabrão, deixa de responder, ignora os comentários. Não troques olhares, não imagines coisas, esquece que tens hormonas. Foge dos beijos, esquiva-te dos toques, não leias sequer as mensagens. Se te segredar ao ouvido finge-te de mouca, não dês importância, trata-o com a sobriedade da rotina.
Lembra-te que tens um coração a pedir-te para pulsar.
Lembra-te de que podes começar a sentir.

Começou um novo ano. Começa-te a ti mesma de novo.
Não do zero, mas do menos um. De novo. Novamente. Simples. Plaine.
'tamos sempre mal mariana! lol'
Pois estamos. Eu já quis que estivessemos bem. Naquela vez em que pensei que me estava a apaixonar, sabes? Sim. Essa mesmo.
'Panisgaaaaaaaas'.
Pois eu sei que não sabes.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

hard times

neste momento a vontade é nula, mas tem de ser.
há quem esperneie, berre, chore, se lamente, questione o porquê de continuar a estudar, deixe para recurso, ignore - mas andamos todos stressados com os exames.
quem já não os tem até diz que preferia, mas sinceramente já não há paciência.

receber as notas de dois trabalhos, fazer um exame, ir trabalhar...
agora resta-me estudar para o próximo exame.
e ter esperança que a Laranjinha faça um bom sumo - salvo seja.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

panelas e testos

Os homens são uma coisa impressionante.
Se eu fosse o Caco Antibes e este texto fosse sobre pobres, eu poderia dizer algo como «pobre adora desgraça. Quando acontece um acidente, o pobre sai gritando 'vem vem ver quem morreu!' »
Mas este texto é sobre algo muito mais básico e ao mesmo tempo estupidamente complexo, como o sexo masculino. Excluindo os menores de idade e os demasiados maiores de idade - a partir dos 'enta' começa a ser considerado terreno arenoso -, exluindo os homossexuais, travestis, bissexuais e anti-monogamia, ficamos reduzidas - sim, NÓS mulheres- a uma curta percentagem de 40% de homens-másculos-mas-não-machistas. E tendo em conta que mais de metade deles são desinteressantes e nada atraentes, e que provavelmente mais de metade da restante metade é comprometida, a coisa torna-se complicada.
Passo a explicar a teoria: não é dificil encontrar um homem. É dificil encontrar um Homem.
Falo-vos de um ano tão atribulado quanto calmo no que toca a essas andanças - e o que aprendi foram duas valiosas lições:

- a primeira foi: se procurarmos incessantemente o amor ele vai fugir de nós, por isso quando menos esperarmos ele vai bater-nos à porta.

Mas como isto é demasiado lamechas para ser proferido pela minha pessoa, a segunda lição foi:

- se não te mexeres vais acabar para tia.

E eu tia já sou, de três meninos, muito obrigada!
Por isso um dos meus desejos para 2010 foi esse mesmo: encontrar um amor. Não precisa de ser 'O AMOR', porque sou demasiado nova para isso e demasiado velha para acreditar que isso existe. Mas gostava de crescer, de aprender, de criar um sentimento ao lado de alguém tão diferente e igual a mim ao mesmo tempo.

Aceitam-se candidaturas. Pf enviar curriculo para: marianams_ (...)
Brincadeirinha. Afinal de contas, eu aprendi duas lições em 2009: não procurar, procurando.
E como o meu telemóvel afinal sempre entregou as tais sms e o café sempre aconteceu (ainda em 2009), pode ser que 2010 traga um homem a quem eu não tenha de dar um 'pontapé na bunda' nem dizer 'eu tenho horrô a homem', roubando a expressão ao Caco.

Afinal de contas, há sempre um testo para cada panela. Já dizia a minha avózinha.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

vai dormir mariana maria

ALTAR, penúltimo dia de 2009


estamos em 2010.

acabei de chegar a casa e não tenho sono. foi do café, do alcool, do fumo - não sei bem.
comecei o ano com champagne mas sem passas. comecei o ano a falar com todos os que amo. comecei o ano a inspecionar o dente do meu sobrinho mais velho, que está quase a cair. depois mudei-me para a cave da rita - foi música e gargalhadas e bons momentos até nascer o dia.

2010...
2010 é o ano em que faço 20 anos - o que na minha cabeça quer dizer que tudo muda.
2010 é o ano em que pretendo levar a cabo inúmeros projectos.
é um ano de trabalho, um ano de crescimento. é um ano decisivo.

comecei o ano a quebrar rituais e a perpetuar vícios.
comecei o ano mais acompanhada do que deveria, ou mais sozinha do que gostava.
comecei o ano a jogar party & co. e a rir-me com a imitação de son goku do zé.

no fundo, 2010 começou sem pedir licença - e espero guardar por muito tempo a memória doce do meu sobrinho mais velho a bater com testos na varanda, a celebrar o ano novo (moderadamente para não acordar os irmãos bebés).

ainda bem que ele só tem 7 anos, e ainda celebra a passagem do tempo.
é tão doce crescer assim...