cruzo as pernas, descansada
com a alma enclausurada
deito-me ao comprido
em comunhão com a terra
sinto respirar a cidade
e nun bosque de poetas
ouço o ruído que me envolve
- deixem-me ser eu!
como um grito que brota e desagua
num mesmo rio
>09.07.2009<
Está aqui tudo, não falta nada.
Há 2 dias

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